Como é o abacaxi? É um fruto cilíndrico que cresce na haste central do pé. Ele é revestido de uma casca grossa, e traz no ápice uma coroa de pequenas folhas verdes, rijas. As folhas compridas, lanceoladas, do abacaxizeiro crescem em espiral em torno da haste central. O pé pode chegar a atingir de 60 cm a quase 1 metro de altura, e o abacaxi pode pesar de dois a quatro quilos.
Quando o abacaxi ainda é pequeno, ele se parece com a pinha e a casca tem cor púrpura. A cor verde assinala que o fruto está desenvolvido e o tom amarelado, alaranjado ou avermelhado, que está maduro. Quando madura, a polpa fica doce e suculenta, exalando um aroma delicioso.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Uma deliciosa fruta internacional
DO CORRESPONDENTE DE DESPERTAI! NO MÉXICO
CRISTÓVÃO COLOMBO e a sua tripulação foram provavelmente os primeiros europeus a saboreá-la na sua viagem de exploração pelas Índias Ocidentais, em 1493. Ela foi mandada para o rei da Espanha, que também ficou encantado com o seu sabor. Depois, os marujos a popularizaram nas Américas e, em 1548, levaram-na para as Filipinas, para ser cultivada ali.
Mais tarde, por volta de 1555, esta fruta deliciosa chegou à França. Em fins do século 17, era ostentada nas mesas de alguns reis europeus como fruta nobre. Sua popularidade aumentou tanto que foi levada para o restante da Europa, para a Ásia e a África. Atualmente, os principais produtores são o Brasil, as Filipinas, o Havaí, o México, a Tailândia e alguns outros países com clima e solo propícios ao seu cultivo.
Assim, após uns cinco séculos de propagação, ela chegou a lugares bem distantes da sua região nativa, a América. Sabe de que fruta estamos falando? Trata-se do delicioso abacaxi.
No México ela era conhecida por matzatli, no Caribe, por ananá, e na América Central e do Sul por nana. Parece que os espanhóis a chamavam de piña por se assemelhar com a pinha, o fruto (cone) do pinheiro. Hoje, em espanhol, é conhecida por piña ou ananás, em inglês por pineapple e no Brasil é abacaxi, termo que se origina do tupi ibá (fruto) e cati (cheiroso). Independentemente do nome, os que já a saborearam concordam que é deliciosa.
CRISTÓVÃO COLOMBO e a sua tripulação foram provavelmente os primeiros europeus a saboreá-la na sua viagem de exploração pelas Índias Ocidentais, em 1493. Ela foi mandada para o rei da Espanha, que também ficou encantado com o seu sabor. Depois, os marujos a popularizaram nas Américas e, em 1548, levaram-na para as Filipinas, para ser cultivada ali.
Mais tarde, por volta de 1555, esta fruta deliciosa chegou à França. Em fins do século 17, era ostentada nas mesas de alguns reis europeus como fruta nobre. Sua popularidade aumentou tanto que foi levada para o restante da Europa, para a Ásia e a África. Atualmente, os principais produtores são o Brasil, as Filipinas, o Havaí, o México, a Tailândia e alguns outros países com clima e solo propícios ao seu cultivo.
Assim, após uns cinco séculos de propagação, ela chegou a lugares bem distantes da sua região nativa, a América. Sabe de que fruta estamos falando? Trata-se do delicioso abacaxi.
No México ela era conhecida por matzatli, no Caribe, por ananá, e na América Central e do Sul por nana. Parece que os espanhóis a chamavam de piña por se assemelhar com a pinha, o fruto (cone) do pinheiro. Hoje, em espanhol, é conhecida por piña ou ananás, em inglês por pineapple e no Brasil é abacaxi, termo que se origina do tupi ibá (fruto) e cati (cheiroso). Independentemente do nome, os que já a saborearam concordam que é deliciosa.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Para Reduzir Sua Ingestão de Substâncias Químicas
(1) Examine os rótulos de todos os alimentos que são acondicionados, enlatados ou engarrafados, e escolha os que contiverem o mínimo de aditivos possível.
(2) Diminua o uso de alimentos que já vêm prontos, só se precisando misturados com algo. Talvez leve um pouco mais de tempo para preparar os seus alimentos, mas, em alguns casos, talvez sejam mais saudáveis.
(3) Se não puder obter pão que seja saudável e na maior parte livre de aditivos, talvez lhe seja proveitoso cozer seu próprio pão. Alguns pães comerciais têm muito pouco valor alimentício real.
(4) Quando possível, sirva à sua família frutas e legumes frescos, cuidadosamente lavados. Talvez até possa cultivar alguns em seu próprio quintal.
(5) Prefira bebidas naturais, tais como leite, ao invés de “refrigerantes”. Alguns sucos de frutas vendidos comercialmente talvez sejam na maior parte livres de aditivos. Em certos casos, talvez deseje espremer suas próprias frutas.
(6) Por obter carne fresca, sem ser processada, e cozinhá-la, evitará muitos dos aditivos usados em pedaços de carne congelada e em outros produtos relacionados.
(7) Visto que os pesticidas tais como o DDT tendem a concentrar-se na gordura dos animais, poderá reduzir sua ingestão dos mesmos por aparar os excessos.
(2) Diminua o uso de alimentos que já vêm prontos, só se precisando misturados com algo. Talvez leve um pouco mais de tempo para preparar os seus alimentos, mas, em alguns casos, talvez sejam mais saudáveis.
(3) Se não puder obter pão que seja saudável e na maior parte livre de aditivos, talvez lhe seja proveitoso cozer seu próprio pão. Alguns pães comerciais têm muito pouco valor alimentício real.
(4) Quando possível, sirva à sua família frutas e legumes frescos, cuidadosamente lavados. Talvez até possa cultivar alguns em seu próprio quintal.
(5) Prefira bebidas naturais, tais como leite, ao invés de “refrigerantes”. Alguns sucos de frutas vendidos comercialmente talvez sejam na maior parte livres de aditivos. Em certos casos, talvez deseje espremer suas próprias frutas.
(6) Por obter carne fresca, sem ser processada, e cozinhá-la, evitará muitos dos aditivos usados em pedaços de carne congelada e em outros produtos relacionados.
(7) Visto que os pesticidas tais como o DDT tendem a concentrar-se na gordura dos animais, poderá reduzir sua ingestão dos mesmos por aparar os excessos.
Deliciosas bebidas feitas de improváveis ingredientes
Do correspondente de “Despertai!” na Guiana
QUANDO o alimento é abundante, o desperdício é comum. Mas, quando os preços são altos ou os suprimentos são escassos, algumas donas-de-casa aprendem a ser engenhosas. Na Guiana, muitas mulheres não jogam fora sequer a casca da batata. Usam a casca das batatas, dos abacaxis, das bananas-de-são-tomé e outros itens para fazer bebidas. As sementes de frutas tais como o mamão também são usadas para produzir deliciosas bebidas.
É muito fácil fazer tais bebidas, e elas não contêm álcool. Seu amplo uso na Guiana provém do fato de que se pode produzir uma variedade quase infindável. São servidas para matar à sede e como refrescos, especialmente num dia quente. Seus sabores são muito variados e cada uma tem sua própria caraterística.
Usam-se alguns condimentos? Sim. A canela e o cravo, entre outros, podem ser adicionados para melhorar o gosto. A experiência demonstra que apenas pequeníssimas quantidades destes condimentos são necessárias.
Desenvolver a arte de fazer tais bebidas é principalmente uma questão de adquirir prática pelo uso. Como assim? A dona-de-casa simplesmente coloca as cascas em um pouco de água, e, depois de alguns dias, coloca um pouco de açúcar. Caso tenha bom sabor, experimenta fazer um pouco mais.
Depois de que a dona-de-casa guianense descobre boas receitas, segundo o gosto, a cor e o tempo envolvido na preparação, ela talvez passe essa informação a outras. Experiências repetidas com diferentes frutas levam a uma longa lista de bebidas domésticas de várias misturas, cores e sabores. Assim, frutas antes colhidas apenas para serem comidas estão, além disso sendo processadas para a produção de bebidas.
Para as bebidas de batatas os ingredientes usados são a casca de 4 a 6 batatas, uns 2 litros de água, cravo e açúcar. São misturados e deixados por três dias antes de se coar.
Uma bebida especialmente deliciosa é a feita da casca de abacaxi. É simples de preparar. Ingredientes: (1) casca de um abacaxi, (2) 4 copos de água fervente; (3) açúcar à vontade e dois cravos; (4) um pedaço de casca seca de laranja, se desejado. Método: coloca-se a casca, os cravos e a casca de laranja num jarro, adiciona-se água quente. Cobre-se e deixa-se assentar por 24 horas, depois do que se coa a mistura e adoça-se. Deve ser usada de uma só vez ou engarrafada e guardada por um ou dois dias. Quando há bastante abacaxi, um pouco da polpa pode ser cortado em pedacinhos e usada junto com a casca.
Pode-se adotar um método similar ao usar as vagens das ervilhas verdes e as cascas da goiaba e da banana-de-são-tomé. A bebida da ervilha verde tem os seguintes ingredientes: (1) 4 punhados de vagens das ervilhas verdes; (2) uns 2 litros d’água (3) açúcar à vontade e alguns cravos; (4) 1 colher regular de chá de canela; (5) 1 pedaço de casca seca de laranja; (6) algumas gotas de essência de amêndoa ou abacaxi. Método: Lave as vagens da ervilha verde, coloque-as num jarro e então adicione água, açúcar, condimento e cravos, e a casca seca de laranja. Deixe repousar por três dias. Coe e adicione a essência e gelo, e então sirva.
Delicioso refresco de mamão é feito dos seguintes ingredientes: (1) sementes tiradas do mamão amarelo; (2) cerca de 1 litro e meio d’água ou mais; (3) açúcar à vontade e alguns cravos. Método: Ponha os ingredientes numa garrafa fechada e deixe repousar por três dias. Coe e sirva com gelo. Use um método similar para o refresco de manga.
Há óbvias vantagens em se converter estes aparentes resíduos em ingredientes ativos e úteis de bebidas. Por um lado, reduz-se o desperdício e assim se economiza dinheiro. A produção é barata e não dá quase nenhum trabalho. Há a satisfação adicional que a dona-de-casa laboriosa sente em desenvolver seus talentos. Pequena variação no processo pode levar a uma mistura de diferentes sabores e cores. As cascas e as sementes talvez pareçam ser improváveis ingredientes, mas podem produzir deliciosas bebidas.
QUANDO o alimento é abundante, o desperdício é comum. Mas, quando os preços são altos ou os suprimentos são escassos, algumas donas-de-casa aprendem a ser engenhosas. Na Guiana, muitas mulheres não jogam fora sequer a casca da batata. Usam a casca das batatas, dos abacaxis, das bananas-de-são-tomé e outros itens para fazer bebidas. As sementes de frutas tais como o mamão também são usadas para produzir deliciosas bebidas.
É muito fácil fazer tais bebidas, e elas não contêm álcool. Seu amplo uso na Guiana provém do fato de que se pode produzir uma variedade quase infindável. São servidas para matar à sede e como refrescos, especialmente num dia quente. Seus sabores são muito variados e cada uma tem sua própria caraterística.
Usam-se alguns condimentos? Sim. A canela e o cravo, entre outros, podem ser adicionados para melhorar o gosto. A experiência demonstra que apenas pequeníssimas quantidades destes condimentos são necessárias.
Desenvolver a arte de fazer tais bebidas é principalmente uma questão de adquirir prática pelo uso. Como assim? A dona-de-casa simplesmente coloca as cascas em um pouco de água, e, depois de alguns dias, coloca um pouco de açúcar. Caso tenha bom sabor, experimenta fazer um pouco mais.
Depois de que a dona-de-casa guianense descobre boas receitas, segundo o gosto, a cor e o tempo envolvido na preparação, ela talvez passe essa informação a outras. Experiências repetidas com diferentes frutas levam a uma longa lista de bebidas domésticas de várias misturas, cores e sabores. Assim, frutas antes colhidas apenas para serem comidas estão, além disso sendo processadas para a produção de bebidas.
Para as bebidas de batatas os ingredientes usados são a casca de 4 a 6 batatas, uns 2 litros de água, cravo e açúcar. São misturados e deixados por três dias antes de se coar.
Uma bebida especialmente deliciosa é a feita da casca de abacaxi. É simples de preparar. Ingredientes: (1) casca de um abacaxi, (2) 4 copos de água fervente; (3) açúcar à vontade e dois cravos; (4) um pedaço de casca seca de laranja, se desejado. Método: coloca-se a casca, os cravos e a casca de laranja num jarro, adiciona-se água quente. Cobre-se e deixa-se assentar por 24 horas, depois do que se coa a mistura e adoça-se. Deve ser usada de uma só vez ou engarrafada e guardada por um ou dois dias. Quando há bastante abacaxi, um pouco da polpa pode ser cortado em pedacinhos e usada junto com a casca.
Pode-se adotar um método similar ao usar as vagens das ervilhas verdes e as cascas da goiaba e da banana-de-são-tomé. A bebida da ervilha verde tem os seguintes ingredientes: (1) 4 punhados de vagens das ervilhas verdes; (2) uns 2 litros d’água (3) açúcar à vontade e alguns cravos; (4) 1 colher regular de chá de canela; (5) 1 pedaço de casca seca de laranja; (6) algumas gotas de essência de amêndoa ou abacaxi. Método: Lave as vagens da ervilha verde, coloque-as num jarro e então adicione água, açúcar, condimento e cravos, e a casca seca de laranja. Deixe repousar por três dias. Coe e adicione a essência e gelo, e então sirva.
Delicioso refresco de mamão é feito dos seguintes ingredientes: (1) sementes tiradas do mamão amarelo; (2) cerca de 1 litro e meio d’água ou mais; (3) açúcar à vontade e alguns cravos. Método: Ponha os ingredientes numa garrafa fechada e deixe repousar por três dias. Coe e sirva com gelo. Use um método similar para o refresco de manga.
Há óbvias vantagens em se converter estes aparentes resíduos em ingredientes ativos e úteis de bebidas. Por um lado, reduz-se o desperdício e assim se economiza dinheiro. A produção é barata e não dá quase nenhum trabalho. Há a satisfação adicional que a dona-de-casa laboriosa sente em desenvolver seus talentos. Pequena variação no processo pode levar a uma mistura de diferentes sabores e cores. As cascas e as sementes talvez pareçam ser improváveis ingredientes, mas podem produzir deliciosas bebidas.
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